sábado, 17 de setembro de 2011

Pelotas aplica goleada em Rio Grande

Nesse sábado o Lobão foi até a cidade vizinha de Rio Grande aonde aplicou uma goleda no vovô Rio Grande, o Lobão venceu por 6x0 e com o empate entre Fragata e Bagé o Pelotas está mais vivo do que nunca na competição. Agora o Pelotas enfrenta o Fragata na Boca do Lobo e com uma vitória simples o Lobão assegura vaga na proxima fase do Campeonato Gaúcho sub 17. Os gols do Pelotas foram marcados por  Samuel (2x), Élton, Fernando, Derick e Érick.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Clássico Bra-Pel Sub17

Fotos:
Aquecimento

Eduardo Folha, Fred Mendes e Anderson Rodrigues

Início

Reservado

Bra-Pel

Torcedor do Pelotas

Torcedor do Pelotas

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Trabalho Intervalado











Prof. Roberto Recart, Gabriel Torres e Prof. Fred Mendes após o treinamento.
Fotos: Atividades realizadas no Estádio da Boca do Lobo em Pelotas-RS.

Teoria e Prática do Treinamento Intervalado no Esporte

   Costuma designar-se por "treinamento intervalado" a variedade do trabalho interrompido e repetido, em que a carga necessária à ação escolhida recai sobre uma função a ser treinada, em intervalos regulados de esforço e repouso, regidos por determinadas normas. Ao contrário das formas tradicionais do trabalho intermitente, em que os intervalos de repouso não representam qualquer significado real para a obtenção do efeito almejado, servido apenas de condição para executar o trabalho repetido; no treino intervalado o estabelecimento da duração da pausa e do caráter do repouso apresentam importância idêntica.  

Convém notar que, quanto à prioridade dos parâmetros do exercício e do repouso no treino intervalado, os pareceres particulares dos especialistas chegam a ser antagônicos. Assim, conforme o ponto de vista dos fisiólogos alemães (Reindell H., 1961; Reidell H, Roskamm H., Gerschler W., 1962; Roskamm H., Reidell H. Keul J.,1961) compartilhado por uma série de especialistas de outros países (Costes N., 1972, Metzner A., 1962; Smodlaka V.N.,1964; Van Goor H., Mosterd W.L.,1961), a eficácia do treinamento intervalado, sobretudo, depende da escolha correta dos intervalos de repouso. Entretanto, os representantes da escola escandinava de fisiologia (Christensen E.H., 1960,1961; Christensen E.H., Hedman R., Saltin V., 1960) estão convictos que com a execução de exercícios intervalados intensivos de curta duração, o resultado decisivo na obtenção do efeito de treinamento esperado, pertence aos parâmetros do próprio exercício. Contudo, conforme é possível observar nos resultados de pesquisas anteriores (Vólkov N.I., Bútin I.M., Lavréntieva N.I., 1960; Vólkov N.I., Straj V.A.,1979; Vólkov N.I., Straj V.A., Kuznitzóv S.P., Kurbánov O.G. 1987), ambos os pontos de vista são corretos, apenas em determinadas faixas de esforço, utilizadas em diferentes formas do treinamento intervalado. As mudanças nas relações dos parâmetros entre trabalho e repouso, e as variações fisiológicas decorrentes no organismo conduzem à alteração relativa dos processos da troca aeróbia e anaeróbia na carga energética total.

   Nos últimos quarenta anos, o treino intervalado passou a ser o método principal de treinamento nos tipos de esporte ligados à demonstração básica de resistência, tais como: corrida de média e longa distância, marcha atlética, natação, remo, corrida de patins, ciclismo, corrida de esquis, etc. No final da década de cinqüenta, o interesse para com as questões do treino intervalado assumiu caráter muito amplo após os sucessos triunfais de Emil Zatopec, famoso corredor tcheco, que demonstrou amplamente as vantagens do referido método durante a sua preparação. Sua aplicação regular, na atualidade, não é privilégio, apenas, dos representantes dos "esportes de resistência", mas, também, dos representantes das modalidades em que a resistência não possui papel decisivo, mas o lato nível do seu desenvolvimento cria condições para o domínio de amplos volumes de um trabalho específico de treinamento dirigido ao aperfeiçoamento das qualidades "principais" do desportista. O interesse geral para o aproveitamento, na prática, do treino intervalado, acha-se sujeito, antes de mais nada, às possibilidades intrínsecas do método da dosagem exata de uma ação rigidamente direcionada para o organismo do atleta sujeito ao treinamento e pela regularização do esforço decorrente das condições do treino e do uso de meios complementares. 
    O emprego do treino intervalado, em diversas modalidades esportivas, permite aos atletas e treinadores atingir o aumento das marcas para competições de grande responsabilidade em períodos de preparação mais curtos. 

   Nos últimos anos, diversas formas de treinamento intervalado passaram a ter amplo emprego na prática da cultura física terapêutica e da medicina preventiva. O início dessa diretriz ocorreu na Alemanha com os trabalhos do professor H. Reindell e sua equipe (Reindell H., 1961; Reindell H. Roskamm H., Gerschler W., 1962). Grande contribuição para essa modalidade foi oferecida pelo professor V. Smodlak (1963 e 1964) com pesquisas iniciadas na Iugoslávia e continuadas, com sucesso, nos EUA, onde chefiou a seção de reabilitação do Hospital de Siracuza, perto de Nova Iorque. O emprego do treinamento intervalado mostrou-se muito eficiente na reabilitação e no tratamento de diferentes gêneros de moléstias cardiovasculares e pulmonares, de disfunções metabólicas e endócrinas, de lesões congênitas no aparelho locomotor, etc. Nos últimos tempos, em vários países, passaram a ser aplicadas formas de emprego combinado do treino intervalado com o treinamento fracionado em hipoxia e outros métodos de treinamento fisiológico ativo, que substancialmente alargam e aprofundam as possibilidades da sua ação terapêutica e reabilitadora (Vólkov N. I., Bulgákova N. J., Karétzkaia N.N., Kovaliénko E.A., Smirnoff, 1994; Iordánskaia F.A., Arkhárov S.I., Dmítriev E.I., Merínova A.B. 1967; Míchtchenko V.I., Vólkov N.I., 1987).

sábado, 10 de setembro de 2011

Pelotas vence o Bagé na Boca do Lobo

JUVENIL
No último sábado, em partida válida pelo Estadual da categoria sub-17 (juvenil), o Pelotas venceu pelo placar de 2×0 o time do Grêmio Bagé. Os gols do Lobão foram anotados por André e Erick. Na próxima quarta-feira, 14/9, às 15h, será disputado o clássico bra-PEL da categoria, no estádio Bento Freitas.

Gabriel Ribeiro – Assessoria de Imprensa E.C.Pelotas

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Sub17 - Sábado tem jogo na Avenida

Partida contra o jalde-negro bageense é válida pelo Estadual 2011.  


Neste sábado, mais precisamente às 15h, no estádio da Boca do Lobo, o torcedor áureo-cerúleo tem compromisso marcado com a garotada sub-17 do Lobão. Na ocasião, o Pelotas irá enfrentar o Grêmio Bagé, em partida válida pelo Estadual 2011 da categoria juvenil. Os ingressos para o jogo custam R$ 5,00 e sócios em dia com o mês de setembro não pagam.
O Lobão não iniciou bem o campeonato. Com apenas um jogo disputado, o Pelotas ainda não pontuou no torneio. Por isso, uma vitória nesta segunda partida é de fundamental importância para as pretensões azul e ouro dentro da competição. A chave do Pelotas tem ainda: Brasil, Progresso, Bagé, Fragata e Rio Grande. Os jogos nesta fase são disputados em turno único, onde se classificam apenas os três primeiros colocados. Técnico Felipe Muller convoca torcida azul  e ouro“Sempre contamos com o apoio do nosso torcedor. Sei que no jogo contra o Bagé não será diferente. Precisamos da ajuda deles para que possamos superar mais um obstáculo. Deixo meu convite para a nação áureo-cerúlea prestigiar nossa partida neste sábado”, disse o técnico da equipe sub-17 do Lobão, Felipe Muller.

Gabriel Ribeiro – Assessoria de Imprensa E.C.Pelotas

Estadual de Juvenis - tabela de jogos

O conselho arbitral do Campeonato Gaúcho de Juvenis foi realizado nesta quarta-feira (13) e definiu os participantes, que serão 58, divididos em sete grupos. A competição inicia em 13 de agosto.

Na primeira fase classificam-se os quatro melhores de cada chave, exceto na chave G, cujo número de classificados será de seis. Também garantirão lugar na próxima fase os dois melhores quintos colocados dos grupos que possuem oito times.

A segunda fase será disputada por 32 equipes divididas em oito chaves de quatro integrantes cada. Passam para a terceira fase os dois melhores de cada grupo, totalizando 16 times. Os classificados continuarão na competição disputando os jogos no sistema de “mata-mata”. 
Chave A: Inter, Caxias,GEPOL (Osório), Novo Hamburgo, Aimoré, Estância Velha e Cerâmica.

Chave B: Grêmio, São José, Nacional (São Leopoldo), Americano, Porto Alegre, GAO (Osório), Cruzeiro e  15 de Novembro (Campo Bom).

Chave C: Santa Cruz, Avenida, Pinheiros, Lajeadense, Riopardense, Guarani, Encantado e Riograndense (Montenegro).

Chave D: Juventude, Esportivo, Gramadense, Nova Petrópolis, Garibaldi, Mundo Novo (Três Coroas), Ivoti e Sapucaiense.

Chave E: Fragata, Brasil de Pelotas, Rio Grande, Guarany, Progresso, Pelotas e Bagé.
 
Chave F: Rosário, Cruzeiro (Santiago), São Borja, Ferro Carril (Uruguaiana), Milan (Júlio de Castilhos), Inter-SM, Flamengo (Alegrete) e Novo Horizonte (Santa Maria).

Chave G: Paarc Sport (Santo Ângelo), Juventus (Santa Rosa), Passo Fundo, Safurfa (Marau), Nacional (Cruz Alta), Panambi, Gaúcho (Passo Fundo), São Luiz, Grêmio Ibirubá, Guarany (Espumoso) e Santo Ângelo.

Tabela - 1a. fase

CHAVE 05
106 26/08 - SEX 15:00 PELOTAS 0 X 1 PROGRESSO BOCA DO LOBO
107 24/08 - QUA 17:30 BRASIL 2 X 2 FRAGATA BENTO FREITAS
108 24/08 - QUA 15:30 RIO GRANDE 1 X 2 BAGÉ ARTHUR LAWSON
109 03/09 - SÁB 15:00 FRAGATA 6 X 1 RIO GRANDE CT FRAGATA
110 14/09 - QUA 15:00 BRASIL 2 X 1 PELOTAS BENTO FREITAS
111 07/09 - QUA 15:00 BAGÉ 2 X 2 PROGRESSO PEDRA MOURA
112 14/09 - QUA 15:00 PROGRESSO 1 X 0 FRAGATA EDMAR FETTER
113 10/09 - SÁB 15:00 PELOTAS 2 X 0 BAGÉ BOCA DO LOBO
114 21/09 - QUA 13:00 RIO GRANDE 2 X 4 BRASIL ARTHUR LAWSON
115 17/09 - SÁB 15:00 RIO GRANDE 0 X 6 PELOTAS ARTHUR LAWSON
116 17/09 - SÁB 15:00 BRASIL 1 X 0 PROGRESSO BENTO FREITAS
117 17/09 - SÁB 15:00 FRAGATA 0 X 0 BAGÉ CT FRAGATA
118 24/09 - SÁB 15:00 PROGRESSO 6 X 2 RIO GRANDE EDMAR FETTER
119 24/09 - SÁB 15:00 PELOTAS 1 X 0 FRAGATA BOCA DO LOBO
120 24/09 - SÁB 15:00 BAGÉ 0 X 0 BRASIL PEDRA MOURA

1- BRASIL = 11 PTS (3v) (09-05) (5 jogos)
2- PROGRESSO = 10 PTS (3v) (10-05) (5 jogos)
3- PELOTAS = 9 PTS (3v) (10-03) (5 jogos)
4- BAGÉ = 6 PTS (1v) (04-05) (5 jogos)
5- FRAGATA = 5 PTS (1v) (08-05) (5 jogos)
6- RIO GRANDE = 0 PT (0v) (06-24) (5 jogos)


SEGUNDA FASE

CHAVE 8: Inter, Guarani-VA, Cruzeiro-PA e Mundo Novo
CHAVE 9: Grêmio, Esportivo, Lajeadense e Aimoré

CHAVE 10: Avenida, Caxias, Garibaldi e Porto Alegre
CHAVE 11: Juventude, Americano, Cerâmica e Pinheiros
CHAVE 12: Novo Hamburgo, São José, Gramadense e Pelotas
CHAVE 13: Brasil, Progresso, Rosário e Inter-SM
CHAVE 14: São Borja, Cruzeiro-SAN, Gaúcho e Juventus
CHAVE 15: Paarc Sports, Passo Fundo, Santo Ângelo e Guarani-ESP

CHAVE 12
05/10 - 15:30 - GRAMADENSE 1 x 2 NOVO HAMBURGO - DOS PINHEIRAIS (GRAMADO)
05/10 - 15:30 - PELOTAS 3 x 5 SÃO JOSÉ - BOCA DO LOBO (PELOTAS)
08/10 - 15:30 - NOVO HAMBURGO 2 x 2 PELOTAS - DO VALE (NOVO HAMBURGO)
08/10 - 15:30 - SÃO JOSÉ 2 x 1 GRAMADENSE - PASSO D'AREIA (PORTO ALEGRE)
12/10 - 15:30 - GRAMADENSE 0 x 0 PELOTAS - DOS PINHEIRAIS (GRAMADO)
12/10 - 15:30 - SÃO JOSÉ 5 x 2 NOVO HAMBURGO - PASSO D'AREIA (PORTO ALEGRE)
17/10 - 13:30 - NOVO HAMBURGO 3 x 0 SÃO JOSÉ - DO VALE (NOVO HAMBURGO)
15/10 - 15:30 - PELOTAS 0 x 1 GRAMADENSE - BOCA DO LOBO (PELOTAS)
22/10 - 16:30 - GRAMADENSE 1 x 2 SÃO JOSÉ - DOS PINHEIRAIS (GRAMADO)
22/10 - 16:30 - PELOTAS 1 x 0 NOVO HAMBURGO - BOCA DO LOBO (PELOTAS)
26/10 - 16:30 - NOVO HAMBURGO 4 x 2 GRAMADENSE - DO VALE (NOVO HAMBURGO)
26/10 - 16:30 - SÃO JOSÉ 3 x 1 PELOTAS - PASSO D'AREIA (PORTO ALEGRE)

 
CHAVE 12:
(C) 1- São José = 15 pts (5v) (17-11)
(C) 2- Novo Hamburgo = 10 pts (3v) (13-11)
(E) 3- Pelotas = 5 pts (1v) (07-11)
(E) 4- Gramadense = 4 pts (1v) (06-10)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Core Training

Trabalhando o Core Training em Academia.
 Material para trabalho
Espaço Físico
Fotos: Atividades realizadas no Esporte Clube Pelotas-RS.

CORE TRAINING
Método de treinamento funcional, o core training prepara a região central do corpo para executar com eficiência todos os tipos de movimento. Além de previnir lesões, melhora a eficiência no esporte.
Pernas fortes e rápidas. O objetivo de todo corredor pode não ser suficiente para melhorar tempos e aumentar distâncias. Há uma região do organismo que é pouco trabalhada nas práticas esportivas e que pode fazer toda a diferença. É o core, que abrange ab­­dome e lombar, pelve e quadril.
Do inglês, o termo quer dizer “nú­­cleo”. Trata-se do centro de gravidade do corpo humano e onde começam todos os movimentos. “É composta por 29 músculos que, quando fortalecidos, permitem ao indivíduo realizar a aceleração, a estabilização e a desaceleração do movimento de maneira mais eficiente”, explica o personal trainer e preparador físico com certificação em treinamento funcional Carlos Eduardo Gasperin.
“Se a pessoa tem as extremidades do corpo fortes, mas o core enfraquecido, o movimento vai ser ineficiente e mais propenso a lesões”, complementa.
O fortalecimento desse centro de força me­­lhora a execução de movimentos de rotina – como pegar objetos no solo ou no alto, movimentos de rotação e até mesmo a caminhada. Reduz a incidência de dores lombares e o risco de lesões. Em atletas, previne machucaduras, melhora a execução das técnicas e, consequentemente, o rendimento.
Por isso profissionais da Edu­­cação Física e Fisioterapia desenvolveram o core training, um conjunto de exercícios funcionais para o fortalecimento dessa região.
“É mais uma arma dentro do que já é trabalhando no desenvolvimento esportivo, diz Gas­­perin. A base dos movimentos é a ativação de capacidades biomotoras de estabilização, força e potência e trabalha a musculatura profunda, que poucos tipos de exercícios abdominais trabalham.
“Podem ser feitos em sessões específicas ou até mesmo como aquecimento do treinamento, já voltado para a exigência de cada modalidade. Na corrida, por exemplo, pode-se iniciar com exercícios de deslocamento lateral e frontal”, fala Gasperin.
Antes de cada movimento, o core training exige o posicionamento correto da coluna e a contração dos músculos da região. Quem já fez pilates e yoga vai perceber algumas semelhanças.
“O princípio é o mesmo. O que é core, o [Joseph] Pilates [criador do método] chamava de ‘body house’ [ou ‘poder do corpo’, em uma tradução aproximada]. Ambos os métodos trabalham a musculatura profunda”, explica o mestre em Educação Física pela USP criador do MET (Multifuncional Exercise Training), Mauro Guiselini.
A série de exercícios pode ser feita com ou sem equipamentos – como elásticos, o fit ball (a mesma utilizada em fisioterapia e em aulas de pilates) e o kettlebell (espécie de peso com uma alça, bastante tradicionais nos treinamentos de força e resistência na Rússia), desde que se respeite o estágio de preparo de cada indivíduo.
Os mais sedentários começam com exercícios na postura de prancha, para melhorarem a estabilização do movimento. Desenvolverão maior resistência e terão maior capacidade de sustentar uma postura por mais tempo.
Já pessoas com certo nível de treinamento e musculatura mais forte incluirão exercícios de força, com movimentos que provoquem desequilíbrio (retirar um pé do chão na postura de prancha, por exemplo).
No terceiro estágio, para atletas de rendimento, a potência será o elemento a ser desenvolvido. As atividades para acionar o core terão situações parecidas com as do esporte que pratica. “Um tenista tem de treinar os músculos do core par potência em pé e não só fazer abdominais deitado”, explica Guiselini.
No futebol
O core training tem ganhado espaço nos gramados brasileiros. Apesar de ainda estar longe de ser prática obrigatória nos clubes do futebol brasileiro, já tem mostrado bons resultados nos times em que começou a fazer parte da preparação física. No Sport, por exemplo, uma pesquisa da Universidade Federal do Recife relacionou o índice de lesões dos jogadores entre 2007 e 2008.
Publicado no final de 2009, o resultado do estudo indicou uma diminuição de 13,5% no índice de lesões entre os jogadores da temporada de 2008 – que fizeram core training – do que em relação ao grupo de 2008, que não teve o método incluso nos treinos físicos.